Linguagens

XILOGRAVURA

A xilogravura é uma antiga técnica de impressão, fruto dos conhecimentos milenares dos chineses. Consta que surgiu no século VIII como forma de registro dos ideogramas – escrita chinesa. Chegou à Europa ainda na Idade Média, nos manuscritos feitos pelos monges cristãos. Além do tradicional uso como ilustração na capa de folhetos e livros, apareceu em rótulos de diversos produtos que circulavam no comércio ambulante. Veio para o Brasil com os colonizadores portugueses; acontece que, no início da colonização, não eram permitidas quaisquer publicações em terras brasileiras. Foi trazida pelos padres e, posteriormente pelos filhos dos senhores que voltavam depois de ter estudado na Europa.

Nas regiões mais longínquas dos grandes centros urbanos, ainda é vista, trabalhada pelas mãos de artistas populares. Do uso prosaico, a xilogravura passou aos salões de arte no século XX, e renomados artistas utilizaram a técnica, valorizando-a como verdadeira e original arte o quê, até então, era visto apenas como técnica.

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ORALIDADE

Como decorrência do estudo de comunidades tradicionais (quilombolas e caiçaras), surgiu a temática da oralidade, sobretudo, por se tratarem de culturas que foram expropriadas por força da hegemonia da escrita. As referências históricas e culturais de uma comunidade que se manteve alheia à cultura escolar institucionalizada (os escravos eram inadvertidamente proibidos de frequentar a escola) são distintas de uma organização social e/ou instituição cuja sociedade que a sustenta foi gerada em torno do culto à palavra escrita, em detrimento da oralidade.

CORDEL

Literatura de cordel também conhecida no Brasil como folheto, é um gênero literário popular escrito frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em folhetos. Remonta ao século XVI, quando o Renascimento popularizou a impressão de relatos orais, e mantém-se uma forma literária popular no Brasil. O nome tem origem na forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para venda, pendurados em cordas, cordéis ou barbantes em Portugal. No Nordeste do Brasil, o nome foi herdado, mas a tradição do barbante não se perpetuou: o folheto brasileiro pode ou não estar exposto em barbantes. Alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, também usadas nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores. Para reunir os expoentes deste gênero literário típico do Brasil, foi fundada em 1988 a Academia Brasileira de Literatura de Cordel, com sede no Rio de Janeiro. Fonte: Wikipédia.

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