Produtos

Espaço de exposição de produtos/bens culturais*, gerados pela mediação cultural das oficinas de memória, informação, xilogravura e desenho, ao longo do ano de 2012.

A 1a. Oficina de Memória e Xilogravura explorou o tema da “Casa de Farinha”.

Na semana da consciência negra foi realizado um conjunto de ações culturais, com exposição de artesanato, exibição de filmes sobre a temática afro-brasileira; paralelamente ocorreu a 2a. edição da Oficina de Memória e Xilogravura com inovação na aprendizagem de impressão em cores.

Divulgue a GALERIA de bens culturais do Cambury!

* “Produtos culturais são criações que expressam ideias, valores, atitudes e criatividade artística e que oferecem entretenimento, informação ou análise sobre o presente, o passado (historiografia) ou o futuro (prospectiva, cálculo de probabilidade, intuição), quer tenham origem popular (artesanato), que se tratem de produtos massivos (discos de música popular, jornais, histórias em quadrinhos), quer circulem por público mais limitado (livros de poesia, discos e CDs de música erudita, pinturas)” [In: COELHO, Teixeira. Dicionário crítico de política cultural. São Paulo: Iluminuras/Fapesp, 2004, pág. 318].

No caso das criações artesanais produzidas no contexto das OFICINAS DE MEMÓRIA E XILOGRAVURA, entende-se que seja mais apropriado falar de BENS CULTURAIS, uma vez que não foram criados para ser comercializados no mercado, sendo entendidos como patrimônio pessoal e coletivo da comunidade caiçara e quilombola do Cambury. São bens culturais que designam, em princípio, por seu valor simbólico, algo infungível, isto é, algo que não poderia ser trocado por moeda”.

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3 pensamentos sobre “Produtos

  1. Ninguém passa impunemente após 500 anos de COLONIALISMO E EXPROPRIAÇÃO CULTURAL.
    Os caiçaras e quilombolas do Cambury são homens e mulheres simples que lutam para sobreviver com os mínimos vitais em um bairro pobre, sem infraestrutura, de difícil acesso, com falta de professor, médico, enfermeira, dentista, ônibus, telefones comunitários etc. Após serem expulsos de suas terras por GRILEIROS e especuladores imobiliários, ainda resistem bravamente para recuperar a dignidade, a titulação definitiva das terras quilombolas, conforme a constituinte cidadã. Penso, sinceramente, que há outro tipo de ESPOLIAÇÃO DA CULTURA E DOS VALORES AFRO-BRASILEIROS. Os quilombolas, deveriam exigir REPARAÇÃO MORAL E PECUNIÁRIA daqueles que ainda continuam USURPANDO E VIOLENTANDO seu patrimônio cultural (material e imaterial). O CEMITÉRIO DO CAMBURY (construído pelas mãos de Sr. Genésio dos Santos, quilombola, 86anos, cadeirante) FOI INVADIDO POR UM CAMPING PRIVADO (IPÊ), QUE INSTALOU BANHEIRO E LIXEIRAS AO LADO DAS SEPULTURAS DOS ANTEPASSADOS…
    UMA VIOLAÇÃO que não seria aceita por nenhum segmento social da sociedade. Nem os suicidas são tratados com tanto DESRESPEITO.
    Quem duvida, basta acampar no Camping Ipê que se apropriou da praia do Cambury e ainda EXPLORA a mão de obra local com trabalho servil, precário e mal remunerado, em razão da falta de emprego no Cambury.
    Vamos denunciar!

    Em tempo,
    NOSSOS SINCEROS PARABÉNS AOS PROTAGONISTAS DAS OFICINAS DE MEMÓRIA E XILOGRAVURA!

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  2. Pingback: Exposição de produtos – Xilogravuras e Desenhos – Quilombo do Cambury | Clínica do Texto & Informação

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